AMO A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS, AMO AO MEU PRÓXIMO COMO A MIM MESMO. A FALTA DE DEUS NO CORAÇÃO DE NOSSA GENTE É O PRINCIPAL MOTIVO DA GRANDE ONDA DE VIOLÊNCIA EM NOSSO PAÍS: STPM JOTA MARIA, JOTAEMESHON WHAKYSHON, JULLYETTH BEZERRA E JOTA JÚNIOR -@ MOSSORÓ-RN

DIOCESE DE NATAL

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segunda-feira, 10 de junho de 2013

quinta-feira, 9 de maio de 2013

ARQUIDIOCESE DE NATAL


Movimento de Natal  Início da década de 1940, época da 2ª Guerra Mundial. Natal era uma cidade com 60 mil habitantes. No final de 1941, 20 mil soldados americanos desembarcaram nas praias de Parnamirim. Isso significava um aumento bastante expressivo da população, e que traria suas conseqüências no campo social, econômico, cultural. Procópio Camargo, autor do Livro O Movimento de Natal, usa o termo desorganização social para explicar o que viria acontecer: “a instalação das bases militares, a chegada de técnicos e tropas americanas propiciaria o desequilíbrio da organização social da área, ocasionando elevação do custo de vida, proliferação das casas de tolerância, crise habitacional, mudança de comportamento com a introdução de novos costumes que abalam a estrutura tradicional. A grande procura de mão-de-obra para a construção e instalação do campo de Parnamirim e da Base Naval termina por ocasionar uma imigração rural em larga escala”.

Diante da situação, os jovens sacerdotes Eugênio Sales e Nivaldo Monte começam a pensar um jeito de “reorganizar” a sociedade em Natal. O conjunto de ações sociais realizadas pela Arquidiocese, na época recebeu o nome de Movimento de Natal. Criação do Patronato de Ponta Negra, idealização de reuniões e de cursos de formação permanente do clero, frentes de trabalho, incentivo à organização de Sindicatos de Trabalhadores Rurais, criação da Campanha da Fraternidade, formação de lideranças, missões rurais, escolas radiofônicas, cooperativismo, educação de base mobilizavam pessoas e grupos, em busca de transformações sociais e da promoção humana.



O idealizador - Em 21 de novembro de 1943, é ordenado sacerdote o Padre Eugênio de Araújo Sales,natural da cidade de Acari-RN, nascido a 18 de novembro de 1918 e faleceu no Rio de Janeiro, no dia 9 de julho de 2012 , Cardeal Arcebispo Emérito do Rio de Janeiro. Dom Eugênio releva que, em sua adolescência, não queria ser padre, mas agrônomo, uma vez que se identificava com questões ligadas ao meio rural. “Nas minhas férias do seminário, eu aproveitava para ler coisas relacionadas à agricultura”, relembra. Um dia após sua ordenação, o então Arcebispo de Natal, Dom Marcolino Dantas, nomeia-o pároco de Nova Cruz, onde só ficou 7 meses. Em seguida, foi nomeado diretor espiritual do Seminário São Pedro. De 1954 a 1961, foi Bispo Auxiliar e, de 1965 a 1967, Administrador Apostólico da Arquidiocese de Natal. Neste período, participou da elaboração de três documentos do Concílio Vaticano II. “Trabalhei na elaboração do Inter Mirifica, que trata das comunicações sociais; em outro momento participei da elaboração do Gaudium et Spes, que se destina ao Apostolado dos Leigos. Eu fui v árias vezes a Roma e nunca faltei uma sessão. Trabalhava, inclusive, com o atual Papa João Paulo II”, diz o Cardeal, com satisfação.
Primeiros passos - Era final da década de 1940. Um dia, reuniram-se, ocasionalmente, na casa do então Pe. Nivaldo Monte, em Natal, o Pe. João Correia de Aquino, o Pe. Expedito Sobral de Medeiros e o Pe. Eugênio Sales. “A conversa estava boa e um de nós disse: “como seria bom se pudéssemos nos reunir de vez em quando. O Pe. Eugênio disse que havia uma casa em Ponta Negra e que poderíamos usa-la para essas reuniões”, relembra o Mons. Aquino. A partir daí, outros padres foram se unindo ao grupo e começaram a se reunir, mensalmente. Naquela época, Ponta Negra era isolada de Natal. “Como não havia estrada, íamos em cima de caminhão, todos de batina”, conta o Mons. Aquino.

As primeiras reuniões eram mais um momento de lazer dos sacerdotes. Depois, diante da situação que Natal vivia, como conseqüência da 2ª Guerra, os padres começaram a discutir os problemas sociais. “Chegou um momento em que todos os padres do interior vinham para essa reunião”, recorda Dom Eugênio.
Assim, nasciam, na Arquidiocese de Natal, as reuniões do clero, hoje, realizadas em todas as dioceses do Brasil. Em alguns lugares, as reuniões acontecem periodicamente; noutras, esporadicamente. Em Natal, atualmente, é realizada nas terceiras quintas-feiras de cada mês, no Centro de Treinamento de Ponta Negra, em Natal.
Foi a partir das reuniões que surgiu a idéia de promover cursos de formação permanente para o clero e para os bispos. Ainda hoje, todos os anos, no mês de fevereiro, a Arquidiocese de Natal promove uma Semana de formação para o clero, abordando temas atuais.
O primeiro curso para o episcopado foi realizado em Natal, com a participação de 126 bispos. Hoje, este curso é promovido pela Arquidiocese do Rio de Janeiro, geralmente, no início do ano, com adesão da maioria dos bispos do Brasil.
Os encontros permanentes de sacerdotes são apenas o início de várias ações desenvolvidas dentro do Movimento de Natal e que têm continuidade, ainda hoje, no Rio Grande do Norte e no Brasil.
FONTE - ARQUIDIOCESE DE NATAL

CAMPANHA DA FRATERNIDADE


Idealizada pelo então Administrador Apostólico da Arquidiocese de Natal, Dom Eugênio de Araújo Sales, a primeira Campanha da Fraternidade foi realizada, em Natal, no ano de 1962. Naquela época, o principal objetivo da Campanha era realizar uma coleta de recursos. “Será feita, no dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão, uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas desta Arquidiocese”, afirmava Dom Eugênio Sales, em 1962, durante entrevista às Rádios Rural e Poty. “Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe. Não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever. Um elementar dever de cristão...”, enfatizava Dom Eugênio. “Aqui está lançada a campanha em favor da grande coleta do 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”, concluía ele, e, dessa forma, estava lançada a primeira Campanha da Fraternidade, realizada na Arquidiocese de Natal.

Logo no ano seguinte, em 1963, a Campanha da Fraternidade se estendia a mais 19 dioceses nordestinas. No dia 26 de dezembro do mesmo ano foi feito o lançamento do Projeto da Campanha da Fraternidade, para todo o Brasil, e a primeira CF, em nível nacional, foi realizada na Quaresma de 1964

FONTE - ARQUIDIOCESE DE NATAL

DIOCESE DE SANTA LUZIA MOSSORÓ


A Diocese de Mossoró, situada na zona oeste do Rio Grande do Norte, foi criada pelo Papa Pio XI, a 28 de julho de 1934, e instalada em 18 de novembro de 1.934. O primeiro bispo, D.Jaime de Barros Câmara, assume a diocese em 26 de Abril de 1936, com o Lema " Eu vim trazer o fogo" Seu episcopado foi marcado pelas construções do Seminário Santa Teresinha, do Abrigo Amantino Câmara, e pelo apoio a operários dos parques salineiros da Região com a criação do "círculo Operário Católico". D. João Batista Portocarrero Costa sucede D. Jaime em 08 de dezembro de 1943, com o Lema: "É preciso que Ele cresça". Fundou escolas populares , intensificou o apoio a movimentos, tais como: círculos de estudos, manhãs de recolhimento e outros. Também se destacou pela realização do 1º Congresso Eucarístico Diocesano em 1946. Com o Lema: " Salvação do rebanho" D.Elizeu Simões Mendes assume a diocese em 20 de Fevereiro de 1954 como terceiro bispo. Destacou-se pelo apoio a zona rural incentivando as "semanas ruralistas", pela criação de maternidades e "casas populares" construídas em alguns municípios da região. Em 12 de outubro de 1960, com o lema: " Enviai o vosso Espírito" D. Gentil Diniz Barreto, assume como 4º bispo, se destacando pela criação da "Emissora de Educação Rural", e instalações do movimento de Educação de Base, centro de Treinamento, Lar Sacerdotal, Gráfica Miguel Faustino e da Livraria D.Costa. D.José Freire de Oliveira Neto, inicia sua missão episcopal como bispo auxiliar de D. Gentil em 1975, com o lema " Semelhante a Ele na morte ". Foi responsável, junto a D.Albano Cavallim, pela elaboração do documento "Catequese Renovada". São frutos de sua missão a Comissão Pastoral da
Terra, o SEAPAC ( Serviços de Apoios a Projetos Alternativos),e a Comissão de Justiça e Paz. Com o Lema " Cristo para os Povos", D. Mariano Manzana inicia sua
missão episcopal em 17 de Outubro de 2004. Desde então tem intensificado a pastoral missionária com as Santas Missões Populares e a realização do II Congresso Eucarístico Diocesano, a pastoral vocacional com a implantação do Seminário Maior e o curso de Teologia na Faculdade Diocesana de Mossoró, a reorganização do serviço pastoral com a criação de novas paróquias e a visita pastoral.
FONTE - DIOCESE DE SANTA LUZIA - MOSSORÓ

DICIOSE DE SNT'ANA - CAICÓ

Quando a Região do Seridó começou a ser povoada pelo homem branco, no final do século XVII e início do século XVIII, toda a então Capitania do Rio Grande do Norte pertencia à então Diocese de Olinda em Pernambuco, até 27 de abril de 1892, quando foi criada a então Diocese da Paraíba, que abrangia também o Rio Grande do Norte. Em 29 de dezembro de 1909, foi criada a então Diocese de Natal, que compreendia todo o Estado do Rio Grande do Norte. A Diocese de Caicó foi criada em 25 de novembro de 1939 pela Bula “E DIOCESIBUS” do Papa Pio XII, desmembrada da então Diocese de Natal e instalada no dia 28 de julho de 1940; antes da Missa Solene da Festa de Sant’Ana. O primeiro bispo de Caicó foi Dom JOSÉ MEDEIROS DELGADO, natural de Pombal-PB, nascido a 28 de julho de 1905 e ordenado em 02 de junho de 1929
PARÓQUIA NA REGIÃO OESTE
SÃO JOÃO BATISTA, NA CIDADE DE JUCURUTU

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